Nesta segunda-feira (26), a SBMN, representada por seu presidente Dr. Juliano Cerci e pela primeira tesoureira Dra. Marilia Marone, compareceu à reunião coordenada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) realizada no Palácio do Planalto com o intuito principal de discutir a questão dos kits liofilizados e os problemas de radiofármacos enfrentados pela Medicina Nuclear Brasileira. Estiveram presentes representantes da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), e do Ministério da Saúde.

Foi amplamente discutida a importância da flexibilização do monopólio que, segundo o Dr. Juliano Cerci, “é um assunto que está se encaminhando – todos os envolvidos na reunião são favoráveis à flexibilização, e há uma grande expectativa para que a PEC que tramita na Câmara dos Deputados seja aprovada ainda neste semestre”.

Foi discutida, também, a maior participação da iniciativa privada no mercado de radiofármacos e, em específico, com a ANVISA a possibilidade de pessoas jurídicas como clínicas de Medicina Nuclear fazerem a importação emergencial direta de kits liofilizados, geradores de Tecnécio e demais insumos necessários para a prática da MN. A SBMN, junto à ANVISA, montará um passo-a-passo informando como isso pode ser feito.

Além disso, houve a tentativa de sensibilizar os representantes do Ministério da Saúde quanto a necessidade de revisão da tabela do SUS para a sobrevivência da especialidade.

A SBMN agradece ao Almirante Antônio Capistrano de Freitas Filho e sua equipe por coordenar a reunião. Novas reuniões irão acontecer para acompanhar a implementação das possíveis soluções.

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