Levantamento reúne 146 participantes e traça perfil de atuação, distribuição geográfica e percepção sobre a entidade.
A Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear e Imagem Molecular (SBMN) apresenta os resultados de uma pesquisa que ouviu 146 profissionais da área em diferentes regiões dentro e fora do país. O levantamento busca traçar um panorama atual da especialidade, contemplando aspectos de formação, tempo de exercício e percepção sobre o papel institucional da Sociedade.
Entre os dados levantados, observa-se que a maior parte das respostas veio da região Sudeste (57,6%), seguida por Sul (13,9%), Centro-Oeste (11,8%), Nordeste (10,4%), Exterior (4,2%) e Norte (2,1%). O conjunto evidencia a presença da Medicina Nuclear em recortes geográficos diversos, com concentração mais expressiva em determinados polos.
No que diz respeito ao tempo de exercício, 16% dos respondentes têm mais de 30 anos de atuação, enquanto 24% têm mais de 10 anos e 27% se enquadram na faixa de mais de uma década de carreira. Já 16% atuam entre 6 e 10 anos, 6% entre 2 e 5 anos e 9% têm menos de 2 anos de atuação. As informações indicam uma comunidade consolidada, que contempla profissionais em fases iniciais de sua trajetória, compondo vários níveis de vivência na Medicina Nuclear.
Quanto ao perfil profissional, de natureza multidisciplinar, predominam médicos nucleares (68%), seguidos por biomédicos (6%) e radiofarmacêuticos/farmacêuticos (6%). Ainda participaram físicos médicos e físicos (4%); médicos de outras especialidades (4%); outros profissionais (4%); radioquímicos e químicos (2%); além de tecnólogos (1%) e profissionais de enfermagem (1%).
Quando questionados sobre os benefícios associados a sociedades científicas, 72% mencionam cursos e atualizações como principal retorno. Em seguida, aparecem defesa ética (53%), posicionamentos técnicos (46%), networking (24%), representação institucional (6%) e descontos em eventos acadêmicos (22%), como o Congresso Brasileiro de Medicina Nuclear (CBMN). As respostas obtidas ajudam a dimensionar as expectativas da comunidade em relação à função das entidades científicas.
Quanto à percepção sobre a SBMN, quase 90% dos respondentes atribuem à Sociedade relevância para a Medicina Nuclear brasileira. O dado traduz uma avaliação amplamente positiva da atuação institucional no contexto da especialidade.
A pesquisa também aponta espaço para maior adesão à SBMN entre profissionais que ainda não integram a Sociedade ou que estão com vínculo inativo. Atualmente, 60% estão com anuidade em dia, enquanto 20% nunca foram associados, 11% já tiveram vínculo anterior e 8% mantêm anuidade em atraso.
Para saber como se associar à SBMN, seja como pessoa física ou jurídica, acesse mais informações aqui.