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Presidente da SBMN é designada pela Federação Mundial de Medicina Nuclear para integrar Coalizão Global de Diagnósticos da Organização Mundial de Saúde (OMS)

Atribuição dá continuidade à implementação da Resolução WHA 78.13, aprovada na Assembleia da OMS

Em carta emitida em Viena, na Áustria, a Presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear e Imagem Molecular (SBMN), Dra. Elba Etchebehere, foi nomeada pela Federação Mundial de Medicina Nuclear e Biologia (WFNMB) para representar a Federação na Coalizão Global de Diagnósticos da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Etchebehere integrará os Grupos de Trabalho dedicados à Priorização Política e Advocacia Estratégica e à Integração de Imagens na Cobertura Universal de Saúde. A indicação insere a Medicina Nuclear Brasileira em uma frente internacional para a formulação de políticas e a organização dos sistemas diagnósticos.

O novo compromisso retoma a implementação da Resolução WHA 78.13, aprovada na Assembleia da Organização Mundial da Saúde (OMS) em maio de 2025. O documento reconhece a imagem médica, incluindo a Medicina Nuclear, como componente essencial dos sistemas de saúde para a correta tomada de decisões clínicas, o que reduz gastos e amplia o acesso à população. O Brasil participou de sua elaboração ao lado de Armênia, Camarões e Burkina Faso, com foco em serviços de diagnóstico e qualidade da assistência.

A trajetória da SBMN nesse debate teve um marco no 14º Congresso Mundial da WFNMB, realizado em Cartagena, na Colômbia, em fevereiro deste ano. Na ocasião, a Presidente da Sociedade apresentou a conferência “Brazil as Example of the Introduction of WHO Resolution”, na qual abordou a experiência brasileira na aplicação de diretrizes da OMS. Em abril, o Brasil recebeu ainda o sino simbólico da WFNMB, objeto que percorre diferentes países desde 1974 e que antecedeu a confirmação do Rio de Janeiro como sede do 15º Congresso Mundial, em 2030.

A Presidente da SBMN agradece à WFNMB pela confiança. “É uma honra poder levar a perspectiva da Medicina Nuclear para discussões internacionais sobre o presente e o futuro dos sistemas de saúde. Espero contribuir para o diálogo entre os países, compartilhar os desafios que enfrentamos e colaborar na construção de caminhos que façam com que os avanços da especialidade cheguem a um número cada vez maior de pacientes”, completa.

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